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CAPÍTULO - II

NINHO DAS FORMIGAS

 
Minha bunda estava doendo, mas o consolo era saber que a da Irma iria doer muito mais, a armadinha estava sendo preparada.

A Irma era muito medrosa, dormia no mesmo quarto que eu, era chato eu sei, mas ordens superiores não se contestava, se cumpria, e eu sempre fui uma criança obediente, cumpridor dos meus deveres.

Mas isso facilitou o meu projeto de vingança, pois cada vez que eu ia dormir mais cedo, a ordem era entrar no quarto e ir deitar sem acender a luz, para não me acordar. 

Então, naquele dia, eu resolvi dormir mais cedo, mais levei comigo para o quarto, uma boa quantidade de um formigueiro que havia se formado no gramado de casa.


Levantei o lençol da cama da Irma e despejei o formigueiro, arrumei o lençol novamente e fui deitar, aguardando quietinho debaixo do meu lençol, para comemorar o acontecimento futuro, que não ocorreu exatamente como o planejado, por culpa da Tia Emília - minha madrinha.

O que aconteceu é assunto para o próximo capítulo

Narrado por: Sebastião Vendelino Reinert
Nossa Família Nossa História
Enviado por Nossa Família Nossa História em 23/01/2021
Alterado em 24/01/2021


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